editado.

Bateu uma saudade desesperadora de você agora, não do que tínhamos ou do que poderíamos ter tido. Saudade de você, de suas mãos, de seu cheiro, dos meus braços dentro de sua camisa, da sua risada sem graça e do seu sorriso tímido que começa com apenas um canto da boca até ganhar o rosto todo e me tortura essa demora em ter um sorriso inteiro seu.
Saudade das suas palavras em meu pescoço. Te amo, Te amo, Te amo.
Eu que prometi, não a ti, mas a mim, que te esqueceria, que deixaria para lá, que viveria bem porque sabia que tinha feito tudo que podia. Eu sou fraca e é por isso que agora abraço o que esqueceu tentando encontrar ali a vida que era sua vida misturada a minha em forma de perfume.
[...]
Por que não deixo tudo para lá?
Por que não paro de dissecar o que nem tivemos?
Por que você não volta, volta e faz tudo certo dessa vez? Porque eu preciso tanto, tanto sentir seus lábios em meu pescoço como numa canção de ninar... Te amo, Te amo, Te amo...
“Fala de novo”.
“De novo?”
“É, só mais uma vez”.

“Eu te amo”

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